A Autoridade Veterinária Regional esclarece que, até 26 de agosto de 2026, o vírus da Doença de Newcastle apenas foi confirmado laboratorialmente em aves selvagens recolhidas nas ilhas Graciosa e Terceira, não havendo qualquer caso confirmado em aves de capoeira nos Açores. As amostras recolhidas no Faial apresentaram resultados negativos.
A Autoridade Veterinária Regional veio esclarecer a situação epidemiológica relativa à Doença de Newcastle nos Açores, na sequência de informações divulgadas publicamente sobre a alegada identificação do vírus em aves encontradas mortas na ilha do Faial.
Segundo uma nota de imprensa divulgada ontem pela Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação, os resultados laboratoriais conhecidos e validados até 26 de agosto de 2026 confirmam a presença do vírus apenas em amostras de aves selvagens recolhidas nas ilhas Graciosa e Terceira.
A entidade salienta que todos os restantes resultados laboratoriais concluídos até àquela data, incluindo os relativos a amostras recolhidas no Faial, “revelaram-se totalmente negativos para o vírus em causa”.
A deteção do vírus mantém-se, até ao momento, circunscrita a aves selvagens, concretamente pombos-da-rocha e rolas-turcas.
A Autoridade Veterinária Regional esclarece igualmente que todas as amostras provenientes de aves de capoeira suspeitas apresentaram resultados negativos. Desta forma, não existe, até à data, qualquer confirmação da Doença de Newcastle em aves de capoeira em todo o território da Região Autónoma dos Açores.
Apesar dos resultados conhecidos, a vigilância epidemiológica continua ativa em todas as ilhas. O acompanhamento inclui a recolha regular de amostras e a realização das respetivas análises laboratoriais, no âmbito da monitorização permanente desenvolvida pelas entidades competentes.
A informação agora divulgada pretende clarificar o quadro epidemiológico conhecido à data de 26 de agosto, perante as referências públicas a uma eventual deteção do vírus no Faial, ilha onde, segundo os resultados laboratoriais já concluídos, as amostras analisadas foram negativas.
A Autoridade Veterinária Regional garante que continuará a acompanhar a evolução da situação e a divulgar publicamente informação atualizada sempre que os resultados da vigilância epidemiológica o justifiquem.
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