COVID-19: TERMINADA “OPERAÇÃO PERIFERIA”

A “Operação Periferia” de vacinação da população em massa contra a covid-19, nas ilhas sem hospital terminou este domingo, 11 de julho, depois de iniciada no passado dia 06 de junho.

De acordo com dados avançados pela Secretaria Regional da Saúde e Desporto (SRSD), no total das duas fases foram vacinadas 14.695 pessoas, com ambas as doses, à exceção do Corvo, a primeira a receber a vacinação em massa, no passado mês de março.

A taxa de imunização nas ilhas alvo da “Operação Periferia” ultrapassa, segundo nota da SRSD os 70%, à exceção das Flores, cuja taxa se situa acima dos 60%.

Na tarde de ontem, o secretário regional da Saúde e Desporto, Clélio Meneses, esteve presente, em São Roque do Pico, juntamento com o coordenador regional da Vacinação, Pedro Monjardino, o presidente da Ordem dos Enfermeiros nos Açores, Pedro Soares, e a presidente da Unidade de Saúde de Ilha do Pico, Ana Jorge, no encerramento da operação.

No Centro de Vacinação de São Roque, instalado no Salão da Banda União Artista, Clélio Meneses, citado em nota de imprensa, agradeceu o empenho e o espírito de missão dos profissionais que ali cumpriam a última etapa da segunda fase da “Operação Periferia” e, através deles, a todos os profissionais de saúde que participaram nas etapas anteriores.

“O balanço é muito positivo, foi a forma de imunizarmos as ilhas dos Açores sem hospital e conseguimos alcançar esse objetivo em todas essas ilhas, exceto nas Flores, onde estamos a cerca de 200 doses de alcançar 70% da população vacinada com as primeira e segunda tomas, o que significa que os objetivos de proteger a população Açoriana estão a ser alcançados conforme definimos”, disse Clélio Meneses no final da visita.

O responsável referiu também que o sucesso da operação se deveu “ao espírito de múltipla cooperação entre várias entidades, desde logo da parte da Coordenação Regional de Vacinação, da Ordem dos Enfermeiros, no processo inicial da ‘task force’ de vacinação e do Ministério da Defesa, das Unidades de Saúde de Ilha, das autarquias locais, e dos bombeiros”.

Clélio Meneses relevou a importância deste processo, face à necessidade de proteção da população, numa altura em que os Açores registam um incremento da atividade turística.

“Se não tivéssemos feito o que fizemos, o que é que não seria. Qualquer pequeno surto poderia crescer, poderia criar mais intranquilidade, e poderia afetar de forma decisiva saúde e a economia destas ilhas”, vincou.

Clélio Meneses adiantou ainda que o processo de vacinação contra a covid-19 vai conhecer um maior incremento nas ilhas sem hospital, para permitir que em finais de julho ou meados de agosto a população açoriana esteja vacinada com duas doses.

© GRA | Foto: SRSD | PE

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