CDS/AÇORES QUER ORÇAMENTO REGIONAL COM SUSTENTABILIDADE ECONÓMICA, SOCIAL E AMBIENTAL

O dirigente do CDS/Açores, Félix Rodrigues, defendeu ontem que o orçamento regional dos Açores para 2021 deve assegurar sustentabilidade económica, social e ambiental e dar “especial à atenção” ao reforço do Serviço Regional de Saúde.

“Pensamos que é extremamente importante que esse ano se comece a encaminhar o orçamento para que haja uma sustentabilidade: sustentabilidade do ponto vista económico, social e também do ponto vista ambiental”, afirmou Félix Rodrigues à agência Lusa.

O centrista falava após uma reunião por videochamada com o presidente do Governo dos Açores, o social-democrata José Manuel Bolieiro, no âmbito da preparação do Plano e Orçamento da região para 2021.

Félix Rodrigues destacou que o Orçamento Regional para 2021 “contempla muitas das ideias do CDS”, uma vez que os populares integram o Governo dos Açores.

“Estamos em sintonia porque é dado ênfase às questões da saúde pública e também porque há uma grande preocupação com as questões sociais, que são também preocupações do CDS neste ano que é claramente atípico [devido à covid-19]”, declarou.

O centrista considerou ainda ser necessário dar uma “especial atenção” ao “reforço” do Serviço Regional de Saúde (SRS) e ao cumprimento do plano de vacinação contra a covid-19.

“Dissemos ao senhor presidente do Governo Regional que é preciso ter especial atenção ao SRS e com a forma como os açorianos são vacinados para adquirir a imunidade de grupo”.

Sobre o orçamento regional, Félix Rodrigues defendeu ser necessário reforçar o apoio social e criar medidas que asseguram a manutenção do emprego durante a crise provocada pela pandemia da covid-19.

“Temos grandes preocupações sociais, no sentido em que é efetivamente necessário restaurar emprego e, se possível, criar emprego, porque a economia depende muito do bem-estar das pessoas e do retomar da normalidade”, apontou.

Para o dirigente do CDS/Açores, o Plano e Orçamento da região para 2021 “tem tudo para avançar”, porque existem acordos de suporte governativo (com PSD, CDS e PPM) e parlamentar (com a IL e Chega).

“Havendo acordos escritos de incidência parlamentar, é muito estranho que não se mantenham os acordos, especialmente quando à partida eles seriam fundamentais para que houvesse uma solução de governo”, declarou.

Esta sexta-feira, o presidente do Governo Regional, José Manuel Boleiro, juntamento com o secretário regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública, Joaquim Bastos e Silva, receberam, no palácio de Sant’ana, em Ponta Delgada, os partidos com representação parlamentar tendo em vista a preparação do Plano e Orçamento da Região para 2021, que deverá ser discutido e votado no plenário de abril da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores. Antes do CDS, Bolieiro e Bastos e Silva já haviam conversado com o PAN, IL, PPM e Chega.

© Lusa | Foto: DR | PE

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