COLIGAÇÃO DO PS/AÇORES É COM O POVO AÇORIANO, SUBLINHA FRANCISCO CÉSAR

O presidente do grupo parlamentar do PS/Açores em exercício na Assembleia Legislativa Regional, Francisco Cesar, sublinhou hoje, que o PS está preso a uma única coligação, que é a sufragada pelo povo açoriano no último sufrágio eleitoral.

“O PS não está preso a nenhuma coligação partidária, mas sim à coligação que foi firmada há cerca de um mês com os Açorianos – e é a esses que devemos, neste momento, dar respostas”, afirmou Francisco César, que falava aos jornalistas após a tomada de posse do XIII Governo dos Açores, na Assembleia Legislativa dos Açores, na cidade da Horta.

Recordando que o PS foi o partido mais votado nas eleições do pretérito dia 25 de outubro, com 40,65% dos votos, Francisco César manifestou a disponibilidade da sua bancada para trabalhar com os restantes partidos para construir melhor condições de vida para o povo açoriano.

“Os Açorianos podem contar com o Partido Socialista para trabalhar com todos os partidos desta camara no sentido de podermos arranjar soluções que melhorem efetivamente a sua vida”, disse.

O parlamentar expressou também o desejo de que “os resultados da ação”, do governo da coligação de direita, “possam, no futuro trazer benefícios às pessoas que são destinatárias das suas políticas”, reiterando a disponibilidade do PS para “fazer compromissos”, para dialogar, para “fiscalizar” e para defender “politicas que manifestamente possam ter impacto na vida dos açorianos”.

Para o Partido Socialista, declarou, as prioridades continuam a ser a defesa da saúde pública, o emprego, o rendimento e as empresas: “É isso que nos preocupa neste momento e é para isso que estamos disponíveis”. Recordando que o PS foi “destinatário de cerca de 41% dos votos dos açorianos”, Francisco César sublinhou a importância de respeitar o programa eleitoral do PS, que mereceu a maioria dos votos dos Açorianos.

Nessa linha de pensamento, defendeu que o PS enquanto “maior partido do Parlamento tem uma responsabilidade acrescida nestes próximos quatro anos”, assegurando que o PS terá uma postura “firme na divergência”, “decisivo na convergência” e “um partido com capacidade de propor, mais do que um partido que está mais preocupado em contrapor e em fazer critica pela critica”, garantiu.

GI-PS/A | Foto: GI-PS/A | PE

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