COMEMORAÇÕES DOS 50 ANOS DO NRP ANTÓNIO ENES NOS AÇORES

Este ano a Marinha Portuguesa comemora os 50 anos do Navio da República Portuguesa (NRP) António Antunes, de 13 a 18 de junho, no arquipélago dos Açores, mais concretamente nas ilhas do Faial e São Miguel.

Desse modo, a 13 de junho, na ilha do Faial, será celebrada às 12:00 uma missa na igreja Matriz da Horta, em homenagem aos militares falecidos no acidente ocorrido em 10 de março de 1987. Da parte da tarde, pelas 16:00, ocorrerá uma cerimónia de deposição de uma coroa de flores no mar, à saída do porto da Horta, próximo do local onde o navio sofreu o acidente.

De acordo com o comunicado da Zona Marítima dos Açores, hoje enviado às redações, por outro lado, na semana de 14 a 18 de junho, em Ponta Delgada, o navio irá estar atracado no cais das Portas do Mar, estando aberto a visitas à população em geral, nos seguintes dias e horários:

Dia 14 de junho
Das 14:00 às 16:00.

Dia 15 de junho
Das 09:00 às 11:00 e das 14:00 às 16:00.

Dia 17 de junho
Das 09:00 às 11:00 e das 14:00 às 16:00.

“As visitas podem ser canceladas sem aviso prévio, por questões de empenhamento operacional do navio em missões de busca e salvamento no mar” ressalva a Marinha. A Matinha também adverte que as visitas obedecem às regras de saúde pública impostas pelas autoridades nacionais e regionais de saúde, nomeadamente o uso obrigatório de máscara.

Ainda no período de 14 a 18 de junho, vai estar em exibição no Solmar Avenida Center de Ponta Delgada, uma exposição de fotografia alusiva à história do navio, podendo ser visitada durante o horário de funcionamento do Centro Comercial.

Atualmente, a corveta António Enes é comandada pelo Capitão-de-fragata Bruno Alexandre Cortes Banha, com uma guarnição de 72 militares, exercendo a autoridade do estado no mar e nos espaços do território da Região Autónoma dos Açores, até 29 de julho de 2021.

NRP ANTÓNIO ENES

O NRP António Araújo em 18 de junho de 1971, entra ao serviço da Marinha Portuguesa, assumindo o comando do navio o Capitão-tenente Pedro Joaquim da Costa Carreira Rato.

Fazendo parte de um projeto ambicioso de renovação dos navios da Marinha nas décadas de 50 e 60, as corvetas deram a possibilidade de defender os territórios Ultramarinos, assim como, por inerência das suas características de plataforma polivalente, a capacidade de responder a um largo leque de requisitos operacionais, tais como missões de defesa em guerra anti-aérea, guerra antisuperfície e guerra anti-submarina, em exercícios com submarinos e missões de busca e salvamento, combate ao narcotráfico e fiscalização da pesca nos espaços marítimos sob jurisdição nacional.

De 1971 a 1976 efetuou missões no âmbito da Guerra do Ultramar e de apoio à retirada do contingente em Cabo Verde, São Tomé, Angola e Guiné. De 1976 até ao presente, efetuou várias missões no âmbito do exercício da soberania de Portugal tais como, busca e salvamento nas áreas marítimas do território nacional, como Portugal Continental, Madeira e Açores, assim como várias missões de caráter internacional, nomeadamente, no âmbito da Northwest Atlantic Fisheries Organization (NAFO) e da North East Atlantic Fisheries Commission (NEAFC).

Realizou várias viagens de instrução dos cadetes da Escola Naval onde permitiu aos cadetes colocarem em prática os conhecimentos teóricos adquiridos na Escola Naval.

© CZMA | Foto: CZMA | PE

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