BOLIEIRO DESTACA CAPACIDADE DE ENCONTRAR “CONSENSOS ” NA GOVERNAÇÃO NOS AÇORES

O presidente do Governo Regional, José Manuel Bolieiro, destacou hoje a capacidade de “encontrar denominadores comuns” e “consensos” entre partidos na solução governativa na Região.

“No que diz respeito a uma solução governativa, a nossa concentração estará obviamente na coesão relativamente ao denominador comum para as causas de governação e de objetivos e missão a cumprir”, afirmou José Manuel Bolieiro, numa entrevista no jornal da RTP 3.

Em 24 de novembro de 2020 tomou posse o XIII Governo Regional dos Açores, que junta em coligação o PSD, o CDS-PP e o PPM, e conta com o apoio de incidência parlamentar dos dois deputados do Chega e do deputado único da Iniciativa Liberal no parlamento açoriano.

Esta semana o Orçamento dos Açores para 2021 foi aprovado na Assembleia Regional em votação final global por PSD, CDS-PP, PPM, Chega e Iniciativa Liberal, a abstenção do PAN e o voto contra de PS e BE.

“Nós identificamos na pluralidade do resultado eleitoral de 2020 a vontade da mudança do povo”, sustentou na entrevista à RTP José Manuel Bolieiro, que tomou posse como presidente do Governo dos Açores em novembro de 2020.

O chefe do executivo açoriano salientou, também, que “era preciso construir uma mudança com estabilidade”.

“Realizamos obviamente um entendimento que tem como objetivo uma governança autonómica e uma solução alternativa de Governo que projete mudança e reforma” em relação “aos últimos 24 anos de governação” do PS nos Açores, com “resultados que, nalguns casos, precisam obviamente de serem alterados”, vincou.

De acordo com o presidente do Governo dos Açores, “há cada vez mais uma sociedade mais plural e afirmativa de causas”.

“E, portanto, penso que há uma tendência para esta pluralidade”, acrescentou José Manuel Bolieiro, na entrevista.

O presidente do Governo Regional reiterou ainda que a Região tem “mantido a situação controlada” no que diz respeito à pandemia, frisando que existem “várias ilhas” do arquipélago sem casos de covid-19.

No caso de São Miguel, disse que “a situação apesar de controlada” é “mais exigente”, encontrando-se a ilha em nível de Alto Risco de contágio, “implicando obviamente sacrifícios ao convívio social, bem como também às atividades económicas e com encerramento de escolas” e recurso “ao ensino à distância”.

“Criamos de forma pioneira um sistema de semáforos relativamente a cada comunidade, para que perante cada situação epidemiológica termos logo, à partida, um conjunto de medidas de prevenção”, reforçou.

© Lusa | Foto: DR | PE

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