GOVERNO CELEBRA PROTOCOLO COM A AZORES GEOTUR PARA PROMOÇÃO DO GEOCACHING

A Diretora Regional do Turismo afirmou, na Lagoa, que o protocolo celebrado entre o Governo dos Açores e a Azores Geotur dá continuidade e aprofunda a parceria para a promoção do Geocaching, salientando que esta atividade tem vindo a “conquistar um número cada vez maior de adeptos no arquipélago”.

Marlene Damião falava terça-feira à margem da assinatura do protocolo com a Azores Geotur, a primeira instituição a ser criada em Portugal e uma das mais antigas do mundo na área do Geocaching, considerando que demonstra “a vontade de prosseguir os objetivos da valorização da oferta desta atividade na Região e da sua promoção para o exterior”, mantendo o trabalho que é desenvolvido em conjunto há cinco anos consecutivos.

“Acreditamos que o Geocaching nos Açores, enquanto atividade que pode ser praticada em qualquer lugar e em qualquer altura do ano, tem tudo para continuar a crescer e a valorizar-se como produto turístico”, frisou.

Nesse sentido, a Diretora Regional salientou que os Açores são um território “onde é possível ter ‘caches’ nos mais diversos tipos de lugares, desde espaços urbanos a lugares na Natureza, no mar e, inclusivamente, nos ilhéus que existem junto à costa de algumas ilhas”.

“Esta diversidade de recursos naturais e culturais permite, por um lado, que existam diferentes níveis de dificuldade para diversos perfis de ‘geocachers’ e, por outro, que a prática do Geocaching seja associada a outros produtos turísticos, como trilhos pedestres, geoturismo, mergulho, canyoning, touring cultural”, acrescentou.

Marlene Damião realçou ainda a importância de estar “atentos às tendências mundiais deste produto, continuando a trabalhar na valorização da oferta desta atividade e na sua promoção no exterior, de forma a captar o maior número possível de ‘geocachers’ para a Região”.

A Diretora Regional referiu que, enquanto produto turístico, “o Geocaching tem vindo a ser trabalhado, por um lado, ao nível da estruturação da nossa oferta turística, no que diz respeito a melhorar e valorizar os ‘caches’ regionais, e, por outro, na componente promocional, nomeadamente através da realização de eventos na Região destinados a ‘geocachers’ regionais e do exterior e de viagens educacionais que visam a divulgação das condições do arquipélago para a prática desta atividade”.

“A verdade é que esta dinâmica local, aliada ao facto do Geocaching estar em expansão, ser praticado por uma comunidade muito extensa a nível mundial e se constituir como um segmento de mercado com muito potencial para gerar novos fluxos para o arquipélago, tem vindo a impulsionar o desenvolvimento da atividade na Região”, afirmou.

Marlene Damião realçou ainda “o papel fundamental da comunidade local de praticantes”, considerando que “o seu empenho em criar ‘caches’ novas, em zelar pela sua manutenção e em manter a informação atualizada online, nos sites da especialidade, é considerado fundamental para o sucesso de qualquer destino na captação de ‘geocachers’”.

© GaCS/HMB | Foto: GaCS/DRTu | PE

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