
O Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA), Luís Garcia, defendeu que os 50 anos da Autonomia devem assinalar “o início de um novo ciclo de desenvolvimento da Região”, assente numa economia mais forte e baseada no conhecimento e na inovação.
A posição foi assumida este sábado por Luís Garcia, durante a Cerimónia de Homenagem a Membros, Reconhecimento da Dedicação de Colaboradores e Receção de Novos Membros, promovida pela Secção Regional dos Açores da Ordem dos Engenheiros Técnicos.
Segundo a nota de imprensa divulgada ontem pela Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, o Presidente do Parlamento açoriano considerou que os primeiros 50 anos foram marcados pela afirmação da Autonomia e que a Região deve agora assumir a responsabilidade de iniciar uma nova etapa.
“Se os primeiros 50 anos foram o tempo de afirmação da nossa Autonomia, temos agora a responsabilidade de iniciar um novo ciclo”, afirmou Luís Garcia.
Para o Presidente da ALRAA, a construção deste novo ciclo não deve ser encarada como uma responsabilidade exclusiva dos órgãos de governo próprio da Região, devendo envolver empresas, instituições, profissionais e cidadãos.
Neste contexto, Luís Garcia destacou o contributo dos engenheiros técnicos para responder aos desafios que os Açores enfrentam, considerando a sua intervenção “um contributo essencial para os desafios que a Região enfrenta”.
“Precisamos de uma economia mais forte, resiliente e transformadora, capaz de produzir mais e criar mais valor. Transformar conhecimento em soluções é, em grande medida, aquilo que fazem. E inovar não é apenas ter boas ideias, é conseguir concretizá-las”, afirmou.
Na mesma ocasião, o Presidente da Assembleia Legislativa deixou uma palavra de reconhecimento aos profissionais homenageados pelos anos de exercício profissional e aos novos membros da Ordem dos Engenheiros Técnicos.
Luís Garcia desafiou ainda a instituição a assumir uma participação ativa na construção do novo ciclo de desenvolvimento da Autonomia, sublinhando o papel dos profissionais e das instituições nesse processo.
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