
A Câmara Municipal da Praia da Vitória associou-se ao projeto “Viver ContróTempo”, promovido pelo Lar D. Pedro V, que pretende promover um envelhecimento ativo e aproximar atividades de saúde, aprendizagem, inclusão digital e socialização da população com 65 ou mais anos. A iniciativa terá ações semanais nas Fontinhas, Santa Cruz, Fonte do Bastardo, Biscoitos e nas Lajes.
A Câmara Municipal da Praia da Vitória associou-se ao projeto “Viver ContróTempo”, uma iniciativa promovida pelo Lar D. Pedro V, instituição com 164 anos de atividade no apoio à população idosa do concelho.
O projeto prevê a realização de um dia de atividades por semana nas freguesias de Fontinhas, Santa Cruz, Fonte do Bastardo, Biscoitos e na vila das Lajes. A distribuição territorial da iniciativa pretende aproximar esta resposta das comunidades e facilitar o acesso dos participantes às atividades.
Na apresentação pública da reabertura do projeto, a Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Vânia Ferreira, destacou a importância de criar respostas que promovam a qualidade de vida e a participação da população.
“O Viver ContróTempo olha para as pessoas, para as suas capacidades, para os seus interesses, as suas experiências e para o que ainda têm a dar à comunidade”, afirmou a autarca.
Segundo Vânia Ferreira, a iniciativa complementa a resposta municipal desenvolvida no âmbito do Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação (PMIND), que tem entre os seus focos a população idosa e as respetivas necessidades.
“Ao nível de resposta sociais, este Concelho abrange 45,8% do total de pedidos registados”, explicou a responsável municipal.
O projeto destina-se preferencialmente a pessoas com 65 ou mais anos, residentes no concelho da Praia da Vitória e com baixo grau de dependência, tendo como principal objetivo promover um envelhecimento ativo através de um conjunto diversificado de atividades.
A iniciativa contará também com a colaboração de técnicos da Câmara Municipal das áreas da Psicologia, Informática e Desporto, que irão assegurar apoio técnico e contribuir para a concretização das atividades previstas.
“O envelhecimento ativo não se faz apenas através da atividade física, faz-se também através da saúde mental, da aprendizagem, da inclusão digital, da socialização, da autoestima e da participação cívica”, salientou Vânia Ferreira.
A dimensão territorial da iniciativa foi igualmente destacada pela Presidente da Câmara, que considera essencial garantir que as respostas sociais e as oportunidades de participação chegam às diferentes comunidades do concelho.
“Não podemos falar de coesão social se não garantirmos que as oportunidades chegam às diferentes freguesias e Vila do nosso Concelho”, afirmou.
De acordo com a Câmara Municipal, o “Viver ContróTempo” representa, assim, um contributo para uma Praia da Vitória mais inclusiva, participativa e solidária, reforçando a importância da cooperação entre o poder local, instituições sociais e sociedade civil.
A autarquia reafirma ainda a disponibilidade para continuar a colaborar com o Lar D. Pedro V e com outras instituições e entidades do concelho na criação de respostas destinadas a promover o bem-estar, a inclusão social e a qualidade de vida dos munícipes.
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