Mais de 150 militares da Marinha, Exército e Força Aérea participaram, entre 27 e 31 de maio, no exercício AÇOR26, coordenado pelo Comando Operacional dos Açores na ilha do Pico. A operação teve como objetivo testar a capacidade de resposta militar a um cenário de crise sismovulcânica e reforçar a articulação com as entidades regionais de proteção civil.
O Comando Operacional dos Açores (COA) coordenou, entre os dias 27 e 31 de maio, na ilha do Pico, o exercício AÇOR26, uma operação conjunta destinada a testar o apoio militar em resposta a um cenário de crise sismovulcânica. A informação foi divulgada em comunicado de imprensa enviado quarta-feira pelo Comando Operacional dos Açores.
Segundo o COA, a iniciativa envolveu mais de 150 militares dos três ramos das Forças Armadas — Marinha, Exército e Força Aérea — e contou com a colaboração do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores, bem como de diversas entidades locais.
O exercício foi concebido para reforçar a capacidade nacional de resposta a situações de emergência civil no arquipélago. Para além das forças destacadas na Região Autónoma dos Açores, participaram igualmente militares da Força de Reação Imediata, permitindo avaliar a capacidade de projeção rápida de meios e de reforço do dispositivo militar na Região sempre que tal seja solicitado pelo Governo Regional dos Açores.








Ao longo de cinco dias, decorreram diversas atividades operacionais, ações de treino e iniciativas de interação com a população nos três concelhos da ilha do Pico — São Roque do Pico, Madalena e Lajes do Pico.
De acordo com o comunicado, um dos principais objetivos do AÇOR26 foi testar a resposta conjunta e a interoperabilidade entre os três ramos das Forças Armadas, avaliando simultaneamente a prontidão das forças destacadas nos Açores para atuar num contexto geográfico particularmente exigente. Foram ainda treinados procedimentos de planeamento, comando e controlo, bem como a projeção, sustentação e emprego de forças em ambiente insular.
A componente operacional foi complementada por ações de proximidade com a comunidade e por contactos institucionais, procurando fortalecer a ligação entre as Forças Armadas e a população açoriana.
Segundo o Comando Operacional dos Açores, o exercício permitiu ainda evidenciar a importância estratégica da Região Autónoma dos Açores no contexto da defesa nacional e da resposta integrada a situações de crise, reforçando a capacidade de coordenação entre as estruturas militares e civis perante cenários de emergência.
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