OPOSIÇÃO QUE QUER SER ALTERNATIVA NÃO PODE SÓ “FALAR MAL DO PODER”, DIZ BOLIEIRO

O presidente do PSD/Açores, José Manuel Bolieiro, afirmou que os partidos da oposição que queiram apresentar-se como uma alternativa à governação não devem limitar-se a “falar mal do poder”, devendo também apresentar propostas diferentes para os temas que sinalizam.

“Um partido que, enquanto está na oposição, quer ser alternativo não se pode pautar no quotidiano do seu projeto político e de comunicação a falar mal do poder. Tem que conjugar a capacidade de sinalizar o que está mal com a oferta de alternativas”, afirmou citado em nota de imprensa José Manuel Bolieiro, na Academia de Formação Política para Mulheres do PSD, organizada pelo Instituto Francisco Sá Carneiro e que decorreu em Angra do Heroísmo.

Para o líder dos social-democratas açorianos, a apresentação de soluções alternativas, ao invés da mera crítica à governação, “é essencial para demonstrar diferença”.

“Mudar os ciclos políticos de domínio do poder faz-se com a afirmação de alternativas. Não é um drama estar na oposição. É uma oportunidade de regeneração”, considerou.

Na ocasião, José Manuel Bolieiro, que preside ao Governo Regional da coligação PSD/CDS-PP/PPM, com apoio parlamentar do IL e Chega sublinhou a importância da “humildade democrática” a ter em projetos políticos de governação “plurais”.

“Num poder partilhado, com forças políticas diferentes, mas convergentes na essência, o importante é ter definição e rumo estratégicos. Não há que entrar em fatalismos porque as forças políticas têm diferenças. As diferenças fazem parte da natureza humana. As forças políticas que integram projetos governativos plurais têm que respeitar e compreender as diferenças sem fatalismos, focando-se na coesão do denominador comum que é a missão de governar”, disse.

O presidente do PSD/Açores destacou ainda os compromissos já cumpridos pela atual governação, nomeadamente a criação da ‘Tarifa Açores’, que constitui uma “aposta estratégica diferenciadora de governações anteriores”, e a “corajosa redução fiscal” na Região, com a baixa do IVA, IRS e IRC.

Recorde-se que consagrado na Lei de Finanças Regionais está prevista a possibilidade de uma redução fiscal até ao diferencial máximo de 30% em relação ao território continental. No caso do IRC e IVA esta redução aplicar-se-á a partir de 01 de julho, sendo que no caso do IVA a atual taxa de 18% (normal) passará para 16%, já que todas as restantes taxas (2) já beneficiavam da redução máxima permitida por lei.

© GI-PSD/A | Foto: GI-PSD/A | PE

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