ANGRA DO HEROÍSMO: INAUGURAÇÃO ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS DE SÃO BENTO

A Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, inaugurou no passado mês de janeiro, a estação elevatória de São Bento, do sistema de drenagem de águas residuais da cidade de Angra do Heroísmo.

“A Empreitada de Remodelação do Sistema de Drenagem de Águas Residuais Domésticas de Angra do Heroísmo teve como principais objetivos uma redução significativa dos consumos energéticos associados à exploração do sistema, numa lógica de poupança energética, direcionar ⅓ do efluente residual doméstico recolhido no sistema diretamente e de forma gravítica para a ETAR da Grota do Vale e minimizar o problema de subdimensionamento do poço de bombagem da estação elevatória do Pátio da Alfândega, que dispõe de uma capacidade útil de 7m3”, refere Raquel Caetano Ferreira, vereadora do Município de Angra do Heroísmo, citada em nota da autarquia.

A nova e moderna estação elevatória da Praça de Touros, edificada no âmbito desta empreitada, dispõe de um tanque de bombagem com capacidade para 200m3 de efluente residual, que recebe graviticamente os caudais que provêm da zona baixa de São Bento e de parte das zonas altas de Santa Lúzia e de Nossa Senhora da Conceição, encaminhando-os por bombagem para a ETAR da Grota do Vale, reduzindo significativamente a altura manométrica de elevação.

O investimento, que teve um custo total de 1,4 milhões de euros foi financiado pelo programa operacional PO2020 em cerca de 1,2 milhões de euros, e tem como principal objetivo otimizar e gerir de modo eficiente os recursos hídricos.

No âmbito da empreitada foram ainda construídos 3 coletores gravíticos que permitem drenar os efluentes produzidos pela fábrica de laticínios da Pronicol, pela Estação de Tratamento de Águas Lixiviadas do Aterro Intermunicipal e pela zona alta de São Bento, de forma independente, e foram promovidas alterações no sistema que permitiram o encaminhamento dos efluentes residuais tratados do HSEIT diretamente para a nova estação elevatória.

Raquel Caetano Ferreira, afirma que: “A construção desta estação, que dispõe de uma capacidade de amortecimento significativamente maior que a estação do Pátio da Alfândega, permite ultrapassar as dificuldades de topografia do terreno, tratando-se assim da maior intervenção levada a cabo desde os anos 90 no sistema de esgotos da cidade, num esforço manifesto do Município na melhoria da eficiência energética e na redução dos encargos de exploração associados ao sistema e na resolução de problemas pontuais que persistiam há décadas e que urgiam ser resolvidos”.

© GC-CMAH | Foto: GC-CMAH | PE

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