ARRANCA HOJE A VOTAÇÃO PÚBLICA PARA APURAMENTO DOS FINALISTAS REGIONAIS À FINAL DESTE ANO DO CONCURSO 7 MARAVILHAS® DE PORTUGAL – CULTURA POPULAR

Numa emissão ao longo de todo este domingo da RTP1 — media oficial do evento —transmitida a partir de Bragança, cidade anfitriã da final da edição deste ano, a decorrer no próximo mês de setembro, os carismáticos apresentadores José Carlos Malato e Vanessa Oliveira irão revelar os números de telefone e proceder à abertura oficial das votações.

Como finalistas regionais da Região Autónoma dos Açores estão como é tradição sete patrimónios, divididos pelas sete categorias a concurso: Artesanato; Lendas e Mitos; Festas e Feiras; Músicas e Danças; Rituais e Costumes; Procissões e Romarias; e Artefactos.

Conheça os finalistas regionais dos Açores:

ARTESANATO BALEEIRO

Lajes do Pico — Artesanato

N.º para votação: 760 207 799

Texto da candidatura:

Com a baleação sedentária e estacional nas ilhas, a partir de meados do séc. XIX, o osso mandibular e o marfim de cachalote passaram a fazer parte do quotidiano das gentes, como matéria-prima para o fabrico de utensílios e artefactos de cariz utilitário e funcional.

Com o fim da caça à baleia, a memória da baleação estimulou a produção de objetos decorativos e de adorno, com fins comerciais, usando já técnicas e processos de execução que permitem um elevado aperfeiçoamento estético e artístico, com assinalável valor simbólico, cultural e patrimonial.

Ao longo das últimas décadas, milhares de peças, de grande valor artístico e documental, saíram dos Açores, adquiridas por museus internacionais, colecionadores nacionais e estrangeiros e turistas do mundo inteiro.

Esta arte baleeira, na sua profunda singularidade, deve ser entendida como uma imagem de marca da nossa inventiva artística, da nossa especificidade cultural e da nossa identidade associada às memórias e ao imaginário profundos da terra e do mar.

Esta magnífica, espetacular e única expressão artística, produzida hoje à escala mundial, agasalha um gesto antigo e um modo de vida ancestral. Faz parte de uma cultura de tradição, resistente, com que vamos reinventando os sonhos e as utopias do grande mar que nos fecunda a vida há mais de cinco séculos.

As Lajes do Pico são, na atualidade, o único centro de produção deste fascinante artesanato, com reputação e prestígio mundiais. Uma espécie de derradeiro santuário desta forma sublime de criação artística e artesanal. De um artesanato que recusando a clausura da tradição se abre, criativamente, à modernidade e à inovação. Que nos devolve, pela grande qualidade artística, e pela dimensão mágico-simbólica de que se reveste, ecos e ressonâncias de um tempo fundo, espesso e universal, onde a memória e a saudade nostálgica e romântica se entrelaçam nos fios de uma ilha e de uma terra que teimam em ser diferentes e únicas à escala global.

CAVALHADAS DE SÃO PEDRO

Ribeira Grande —Rituais e Costumes

N.º para votação: 760 207 800

Texto da candidatura:

Consideradas uma das festas mais curiosas dos Açores, as Cavalhadas de São Pedro são uma tradição secular que ocorrem anualmente, no dia 29 de junho, no Concelho da Ribeira Grande.

Montados nos seus cavalos, adornados com faixas e chapéus enfeitados com flores de papel e uma lança numa das mãos, o Rei acompanhado por dois Lanceiros abrem o cortejo, seguidos por centenas de Cavaleiros. Pelo meio deste cortejo, podem-se encontrar também três Corneteiros e no final, outros dois Lanceiros, que simbolizam o fechar do cortejo. A concentração do desfile dá-se no Solar da Mafoma, seguindo-se para a Igreja de São Pedro, localizada na freguesia da Ribeira Seca. É no adro desta igreja que o Rei e os Lanceiros declamam uma Embaixada ao Apóstolo Pedro, ao que se sucede as 7 voltas em torno da igreja, que se pensa estar associado aos 7 dons do Divino Espírito Santo. O cortejo segue para a rua principal da Ribeira Grande, até aos Paços do Concelho, onde o Rei discursa em frente à Câmara Municipal e onde os Cavaleiros, solenemente, repetem apenas 3 voltas em torno do Jardim, desta vez, aludindo-se à figura da Santíssima Trindade. De seguida, na Igreja de Nossa da Estrela e na Ermida de Santo André, são repetidas 1 e 3 voltas, respetivamente, ao que se sucede um percurso por todas as ruas da cidade, terminando novamente no Solar da Mafoma, na freguesia da Ribeira Seca.

CHAMARRITA DO PICO

Madalena, Pico — Músicas e Danças

N.º para votação: 760 207 801

Texto da candidatura:

É o único baile espontâneo ainda vivo em Portugal. Parte indissociável do património cultural açoriano, a Chamarrita é uma dança ou, como designado localmente ‘bailho’ de roda, em que os pares no terreiro, nas salas ornamentadas ou simplesmente num recanto apropriado obedecem a um mandador, que com voz rouca indica as várias mudanças coreográficas, que ornam a Chamarrita do Pico.

Bailada com altivez, ela altera as fisionomias, acelera o ritmo das nossas vivências e empresta um élan especial a qualquer festividade, assumindo-se como parte integrante do nosso quotidiano, da nossa mais genuína identidade.

Hino (não oficial) dos picarotos, em 2015, precisamente nesta Ilha Montanha bateu-se o recorde da Maior Roda de Chamarrita do Mundo, ao reunir-se 544 “bailadores”, no Estádio Municipal da Madalena.

A conquista deste recorde do Guinness, na categoria de “portuguese folk dance” impulsionou esta secular tradição, renovando-a e projetando-a no futuro, o que se traduziu numa clara valorização da cultura regional, elevando este que é, por excelência, um dos maiores legados dos nossos antepassados num incontornável veículo de unificação das comunidades açorianas, uma poderosa aliança entre todos nós.

Hoje, o fervor do passado mantém-se incólume. À luz de uma torcida envolta em cebo de ovelha ou de azeite de baleia, é crescente o número de pessoas de todas as idades a preencher a noite em novos calões, bailando com uma intensidade e uma alegria eletrizante o nosso “balho” maior – A Chamarrita.

Também nas principais festividades da ilha, esta dança é celebrada. Pelas Festas da Madalena, um dos maiores eventos culturais dos Açores, são dezenas os grupos de Chamarrita que animam as noites arrastando centenas de entusiastas que vibram, intensamente, com este “balho” único e inconfundível, no já célebre Palco Chamarrita.

A viola típica do Pico, a célebre viola de dois corações (um que parte, outro que fica), é o instrumento essencial no “balho” embora, posteriormente acompanhada por bandolim, violino e violão.

Os tocadores famosos distinguem-se pela pancada da mola, movimento da mão sobre as cordas e sobre o tampo da viola, marcando um som metrónomo em oscilação, a cada tempo da Chamarrita.

As cantigas essas são sublimes, muitas vezes entoadas com o suor a pingar sobre a pedra encardida. Para salvaguardar este legado patrimonial único foram já reunidas em livro cinco mil seiscentos e oitenta e sete canções interpretadas por cantadores e cantadeiras que, em grande número, já partiram deste mundo deixando-nos esta rica herança cultural.

Parte integrante da genética das nossas gentes, a Chamarrita traduz a essência do nosso povo, a alma do picaroto, lutador e vibrante, afoito no voltear da vida. É uma maravilha da nossa cultura! É uma maravilha do nosso povo!

ESCAMAS DE PEIXES

Ponta Delgada — Artesanato

N.º para votação: 760 207 802

Texto da candidatura:

Este artesanato é elaborado com escamas de peixe, provenientes dos peixes pescados nos mares dos Açores, sendo esta matéria prima, de origem biológica, de alta resistência e durabilidade, cujo destino seria o lixo.

Através da elaboração destes trabalhos reutiliza-se, assim, as escamas podem ser aplicadas em várias e diversas peças decorativas, desde o vestiário, passando pelos cabelos, redomas, arranjos florais, quadros e registos, como os do Santo Cristo, típicos da ilha de São Miguel.

FESTAS EM HONRA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO

Calheta, S. Jorge — Rituais e Costumes

N.º para votação: 760 207 803

Texto da candidatura:

As festas em honra do Divino Espírito Santo foram introduzidas pelas mãos dos nossos primeiros povoadores e os Franciscanos fizeram a sua propagação como veículo de introdução das doutrinas Joaquimitas, de Joaquim das Flores que, com a sua crença e religiosidade as recrearam e fizeram desenvolver-se em todas as ilhas.

O povo sempre recorreu ao “Paráclito” fazendo as suas promessas em situações de catástrofes, doenças e outras dificuldades que a vida lhe oferecia e não compreendendo os fenómenos naturais, era o ao Espírito Santo que o povo ilhéu, em fervorosa prece, recorria para aclamar tamanhos castigos. Se as nossas ilhas não tivessem sido bafejadas pelo culto do Espírito Santo, a cultura do nosso povo jorgense, seria muito diferente e muito menos rica do que é hoje.

As festas em devoção do Divino Espírito Santo dividem-se em duas partes. De um lado a parte religiosa que se caracteriza pelo rezar ou cantar dos terços, pela bênção e distribuição das esmolas aos necessitados, pela missa e a coroação. Do outro lado a parte profana à qual se associam as sopas e arraiais e os seus festejos integrados como as festas dos tremoços, do vinho, os foliões, os bandos, as filarmónicas e o bodo-de-leite. As festas do Divino Espírito Santo iniciam-se após a Páscoa e prolongam-se até ao oitavo domingo seguinte, o da Trindade.

Há dois tipos de celebrações nas festas do Divino Espírito Santo, os jantares e os gastos e as festas. Os primeiros vão do Domingo de Páscoa ao da Trindade e os gastos são o Domingo do Espírito Santo e o Domingo da Trindade. As festas acompanham os gastos. Em cada celebração, há um grupo de pessoas ou pessoa, os mordomos ou mordomo, que faz uma promessa por si ou pelos seus ficando encarregue de dar a festa. Grande parte destas festas exige uma grande preparação, normalmente de meses. Em várias situações são oferecidos animais ou outros produtos de forma a ajudar e a aliviar os encargos económicos das pessoas responsáveis pelo festejo.

Apesar de durante a semana acontecer vários preparativos é no domingo o ponto alto do culto. Ainda de madrugada começa-se a preparação de um grande dia. Juntam-se os convidados e familiares que desempenharão funções específicas e organiza-se o cortejo que segue até ao império de forma a recolher as coroas e as diferentes insígnias. Os mordomos, população em geral e convidados acompanham o cortejo e encerra a filarmónica que neste percurso executa uma marcha grave. Celebra-se a missa solene e no fim procede-se à coroação. Segue-se o percurso da Igreja para o Império com paragem na mesa das esmolas onde o padre procede à bênção das mesmas para que os mordomos repartam pelas pessoas mais carenciadas.

O cortejo volta a formar-se e à frente do império recebem as coroas o banho de flores levadas em cestinhos no cortejo por grupos de meninas vestidas de branco. As insígnias voltam a ser colocadas no império e volta a formar-se o cortejo até às instalações da Irmandade ao som de uma marcha executada pela filarmónica.

É na Irmandade que se reúnem os convidados, irmãos e população geral para degustarem as Sopas do Espírito Santo, a carne, o arroz doce e as massas. Os foguetes também animam os festejos, de acordo com as suas regras próprias e simbologia.

Por várias vezes, a Igreja quis terminar com estas festas, não tendo conseguido tal intento uma vez que, como é natural, o povo não acatou tais ordens, por serem estes festejos o número único e principal da tradição açoriana.

LENDA DAS SETE CIDADES

Ponta Delgada — Lendas e Mitos

N.º para votação: 760 207 804

Texto da candidatura:

As Lagoas das Sete Cidades são, definitivamente, um dos maiores ícones de beleza natural de Portugal. Uma enorme extensão de água azul a par de outra de tonalidade verde, vivem abraçadas pela natureza verdejante que só pode ser explicada através da magia das histórias de encantar. Quando se fala de uma paisagem tão extraordinariamente sublime, capaz de nos cortar a respiração, qualquer explicação geológica para o seu surgimento perde força quando concorre com a mística de qualquer uma das suas seis lendas.

“(…) uma lenda muito simples, mas cheia de poesia, mais curta mas certamente muitas mais vezes contada, tem corrido o mundo na memória dos muitos milhares de turistas que cada vez mais vistam a ilha do Arcanjo, onde assistem à declamação dos guias que os acompanham, e não perdem a oportunidade de se deliciarem com a visão proporcionada pela imensidão do Vale das Sete Cidades, no reconhecimento da sua beleza ímpar, a cada vez que a escutam nas mais variadas línguas. Esta lenda fala-nos do antigo reino das Sete Cidades, cujos reis possuíam uma filha muito linda. Essa princesa amava a vida campestre, motivo por que andava pelos campos a contemplar montes e vales, aldeias e costumes.

Um belo dia encontrou um jovem pastor. Conversou demoradamente com ele e dessa conversa nasceu o amor. Passaram, por esse motivo, a encontrar-se todos os dias, jurando amor e afeição mútua.

Mas a princesa tinha o seu destino marcado, porque um príncipe, um herdeiro de outro reino, pretendia a sua mão. Havia, pois, que suspender o devaneio com o pastor. Assim, foi a princesa proibida de se encontrar com ele, embora lhe consentissem uma despedida.

Ao encontrarem-se pela última vez, choraram ambos tanto, que a seus pés se formaram duas lagoas: uma azul, feita de lágrimas caídas de olhos azuis da linda princezinha; outra verde, devido às lágrimas derramadas dos olhos verdes do pastor

Os dois namorados apartaram-se para todo o sempre, mas as lagoas feitas de lágrimas de ambos, essas jamais se separaram…”

Jorge Arruda, In Verde Azul lendas contos e factos.

FESTAS DO DIVINO ESPÍRITO SANTO DO PICO

Madalena, Pico — Festas e Feiras

N.º para votação: 760 207 805

Texto da candidatura:

Secular, o culto ao Divino Espírito Santo é uma das tradições picarotas como maior expressividade na ilha, revestindo-se de profundo significado para as nossas gentes, que desde o povoamento celebram esta festividade, honrando as promessas e votos feitos há largas centenas de anos.

Conhecidas na Ilha Montanha como Festas do Senhor Espírito Santo, estas realizam-se anualmente entre o fim-de-semana de Pentecostes (ou seja sete semanas após a Páscoa) e a Trindade, em cada um dos 45 Impérios do Pico (pequenos edifícios com uma arquitetura distinta), não deixando ninguém indiferente. Com uma forte componente litúrgica, onde sobressaem as celebrações da Eucaristia e a organização de procissões, destaca-se a distribuição de rosquilhas ou pães, pelos milhares de transeuntes que visitam os Impérios, bem como a realização de grandiosos almoços oferecidos às centenas de convidados, que em fraterno convívio saboreiam as típicas Sopas do Senhor Espírito Santo.

Mantendo-se praticamente inalterada desde os seus primórdios, esta festividade contempla ainda rituais muito peculiares. Cada festa é realizada por uma Irmandade, que escolhe um irmão responsável pela celebração, o mordomo. Na eventualidade, de não haver disponibilidade de nenhum dos irmãos, é a própria Irmandade, que levanta o Império, ou seja que assume a organização da festa. Esta é, incontornavelmente, uma manifestação ímpar da fé do povo da Ilha Montanha.

Nas horas mais amargas da vida é ao Senhor Espírito Santo, que o bravo Homem do Pico entrega as suas lágrimas de dor, que se transformam em prece. Transcendendo a mera vertente religiosa, este culto assume-se como parte integrante da vivência social dos picarotos, marcando igualmente a sua cultura, nos mais diversos domínios: Na palavra escrita, sob os vários géneros literários desde a poesia à prosa; na arquitetura dos vários impérios e altares existentes em toda a ilha; no trabalhar a pedra basáltica ou a tradicional calçada com motivos do Espírito Santo; na música, litúrgica e popular, coral e instrumental, principalmente dos foliões e filarmónicas; nas rendas e bordados, especialmente os estandartes e bandeiras lavrados por delicadas mãos; na pintura e na azulejaria; na toponímia das nossas freguesias e vilas; até mesmo na ourivesaria própria das coroas do Espírito Santo, entre outros imensos aspetos que marcam a cultura deste povo ilhéu.

Encerrando em si mesma, o verdadeiro espírito de interajuda do Picaroto, esta vestuta tradição marca a vivência social deste povo, que em comunidade e de forma completamente gratuita, entre familiares, amigos e “irmãos”, prepara toda a festividade, desde o cozer da massa sovada em fornos de lenha à sua distribuição, passando pela doação dos alimentos e confeção das Sopas. Sendo o mais genuíno ícone do nosso Povo, as Festas do Espírito representam a nossa mais intrínseca identidade, na alegria da partilha, no fraterno convívio, na verdadeira caridade. Estas são as festas da gratuitidade.

PROJETO 7 MARAVILHAS® DE PORTUGAL

Desde 2007 que projeto 7 Maravilhas® de Portugal divulga e comunica os valores positivos de uma Identidade Nacional forte, levando as pessoas a participar ativamente nas votações.

A eleição das 7 Maravilhas® permitem a criação de roteiros turísticos que exploram o melhor que um país tem para oferecer, tanto para os turistas nacionais como para os internacionais. A primeira eleição decorreu em 2007 e catapultou o Património Histórico nacional para a ribalta global.

Em 2009 foi eleito o Património de Origem Portuguesa no Mundo, que partiu de uma base única no mundo – património classificado como Património da Humanidade em 3 continentes distintos, América do Sul, África e Ásia. A partir de 2010 foram eleitas as Maravilhas Naturais, a Gastronomia, as Praias, as Aldeias, as Mesas e os Doces, projetos que constituíram um grandioso sucesso, que levou ao conhecimento do público, lugares e a interioridade de Portugal, numa busca pelas origens e pela autenticidade, onde participaram centenas de milhares de portugueses.

A distinção de ser uma das 7 Maravilhas® é hoje um poderoso ícone de marketing e comunicação dentro e fora de Portugal.

A eleição das 7 Maravilhas da Cultura Popular® é a nona edição realizada desde 2007, com concursos que têm por tema os grandes valores da Identidade Nacional:

7 Maravilhas de Portugal® (Património Histórico), em 2007;
7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo® (Património Histórico), em 2009;
7 Maravilhas Naturais de Portugal®, em 2010;
7 Maravilhas da Gastronomia®, em 2011;
7 Maravilhas – Praias de Portugal®, em 2012;
7 Maravilhas de Portugal – Aldeias®, em 2017;
7 Maravilhas à Mesa®, em 2018;
7 Maravilhas Doces de Portugal®, em 2019

A RTP é a Televisão Oficial.

Todo o processo de eleição é auditado pela empresa internacional de auditores PwC.

NE: Notícia atualizada às 08:05 de 29.06.2020, com os números de telefone para votação.

Fotos: 7MP | 7MP/PE

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