DETIDA IDOSA NA ILHA DO FAIAL POR INCUMPRIMENTO DE CONFINAMENTO

No passado sábado, 09 de maio, a PSP procedeu na ilha do Faial, à detenção de uma idosa, de 70 anos de idade, pela “prática do crime de desobediência”. Segundo informa o relatório da atividade policial, do Comando Regional da PSP dos Açores, hoje enviado às redações, a idosa não estava a cumprir “o dever de confinamento imposto pela Autoridade de Saúde Regional”.

No dia seguinte, domingo, a mesma idosa, foi novamente intercetada em desobediência ao referido dever de confinamento imposto pela Autoridade Regional de Saúde no âmbito da pandemia COVID-19.

Já na sexta-feira, 08 de maio, a Esquadra da Horta deteve um homem de 42 anos, “suspeito da prática de um crime de Violência Doméstica sobre o seu cônjuge”, uma jovem de 25 anos de idade.

Por sua vez, a Esquadra de Trânsito, também na cidade da Horta, “no âmbito da resolução de uma ocorrência”, elaborou uma contraordenação muito grave a “um indivíduo do género masculino, maior de idade, por condução de um ciclomotor sob a influência do álcool”.

O relatório que dá conta da atividade policial desenvolvida de 08 a 10 de maio, refere que a Esquadra de Santa Cruz, na ilha Graciosa, deteve na sexta-feira, um “individuo do género masculino de 54 anos, por condução de veículo sob a influência de álcool, acusando uma TAS de 1,60g/l”.

No que respeito à sinistralidade rodoviário, o mesmo relatório informa, que no período em questão, ocorreram nas estradas dos Açores “22 acidentes de viação”, dos quais há a lamentar “1 morto, 4 feridos graves e 6 feridos ligeiros” para além de danos materiais diversos.

Foto: © Rui Sousa | CR-PSP-A/PE

One comment

  1. No passado dia 10 de Maio de 2020 pelas 23h40 eu Pedro Manuel Medeiros Maciel estava de ciclomotor encostado à berma com motor desligado na rua Ilha São luis- angústias apareceu um carro de patrulha no local com dois agentes da PSP da horta, sendo um deles o sr Pedro Santos, o agente que saíu do carro e dirigiu-se ao local onde me encontrava deu, sem mais nem menos, um pontapé no meu veículo, eu cai e na mesma altura que cai esse agente colocou o seu pé nas minhas costas enquanto me algemava. Abordou-me da maneira mais violenta que podia sem sequer pedir documentos do veículo apenas limitou-se a ser bruto, a fazer rusga sem qualquer motivo para tal e retirou da minha algibeira a minha carteira sem sequer questionar o que quer que fosse levando-me em seguida para a esquadra para realizar o teste de álcool e aproveitar para me maltratar verbalmente, como por exemplo (peço desculpa pelo palavriado mas tenho de citar as palavras dele) “és um parasita do caralho”, “não olhes para mim senão eu dou-te um tiro”, qualquer dia desapareces” entre outras acrescentando um ato violento; usou o bastão que tinha para dar uma pancada na mesa que estava ao meu lado como forma de aviso o que podia me esperar. Quanto ao teste do álcool disse-me um valor ao qual não tive como saber se era real e ao pedir-lhe uma contraprova ele negou verbalmente e mencionou por escrito que eu é que tinha recusado. Gostaria que houvesse mais justiça em relação à esquadra da minha região porque eu sou apenas mais um indivíduo à mercê das mãos desse agente para que ele fique impune com o seu cargo.

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