DIRETOR REGIONAL DAS PESCAS DIZ QUE GESTÃO DO SETOR NÃO DEVE SER FEITA DE FORMA ISOLADA

Para o governante “importa, cada vez mais, investir na capacitação dos marítimos e dos pescadores”, encarando a “atividade da pesca de forma mais holística”. Segundo disse, este ano, o Governo Regional investiu cerca de dois milhões de euros em formação e aprendizagem dos marítimos, valorização dos produtos da pesca e em produção de conhecimento que permita proteger o Mar dos Açores.


O Diretor Regional das Pescas afirmou, em Lisboa, que “importa, cada vez mais, investir na capacitação dos marítimos e dos pescadores”, considerando que “a solução passa por encarar a atividade da pesca de uma forma mais holística”.

Luís Rodrigues salientou que a pesca “não deve ser gerida de forma isolada, na medida em que também é educação, qualificação, turismo, cultura, ou seja, interseta vários setores”.

Neste sentido, referiu que o Governo dos Açores, através do Orçamento da Região e de fundos comunitários, disponibilizou cinco milhões de euros para a criação de medidas de Desenvolvimento Local de Base Comunitária, nomeadamente os Grupos de Ação Local da Pesca, e para o desenvolvimento de parcerias entre investigadores e pescadores.

O Diretor Regional das Pescas falava no passado sábado, 16 de novembro, Dia Nacional do Mar, num fórum de discussão organizado pela PONG-Pesca, uma plataforma de organizações não governamentais portuguesas sobre a pesca que está a celebrar 10 anos de existência.

Na sua intervenção, Luís Rodrigues elencou algumas das iniciativas desenvolvidas pelo Governo dos Açores orientadas para a formação e aprendizagem dos marítimos, para a valorização dos produtos da pesca e para a produção de conhecimento que permita proteger o Mar dos Açores.

“Cerca de dois milhões de euros é quanto investimos, este ano, nestas três prioridades, o que representa bem a determinação do Governo Regional”, afirmou.

Neste evento, que contou com participação de António Pinho, Conselheiro para as Pescas, Gonçalo de Carvalho, da PONG-Pesca, Lisa Borges, da consultora FishFix, Monica Verbeek, da Seas at Risk, e Rita Sá, da WWF, foram debatidos temas como ‘As pescas em Portugal e na UE depois de 2020’ e ‘O Mar em Português – que futuro?’.

GaCS/GM/PE

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