PSD/AÇORES LEMBRA QUE VASCO CORDEIRO DEIXOU “LEGADO DE DÍVIDAS, POBREZA E OBRAS INACABADAS”

A vice-presidente do PSD/Açores Mónica Seidi lembrou esta quarta-feira que a governação socialista deixou um “legado de dívidas, pobreza e obras inacabadas” na Região, considerando que os “constantes ataques” do deputado Vasco Cordeiro ao atual Governo Regional só revelam “desespero pela perda do poder”.

“A governação de Vasco Cordeiro deixou um legado de dívidas, pobreza e obras inacabadas. O PS deixou dívidas na administração e empresas públicas – entre 2012 e 2020 nem a iluminação pública pagaram. O PS deixou os piores indicadores sociais do país – vejam-se os dados preocupantes da pobreza e do Rendimento Social de Inserção. O PS deixou importantes obras inacabadas – as empreitadas dos centros de saúde das Velas e Lajes do Pico foram deixadas ao abandono. Estas e muitas outras situações estão a ser resolvidas pelo atual Governo Regional”, afirmou a social-democrata citada em nota do partido.

Para Mónica Seidi, “o deputado Vasco Cordeiro e o Partido Socialista continuam a ser incapazes de perceber os motivos pelos quais perderam a confiança de uma larga maioria dos açorianos, mostrando assim que não são uma alternativa credível à atual governação”.

“O Partido Socialista é incapaz de se renovar: o partido que, ao fim de 24 anos, deixou um legado de dívidas, pobreza e obras inacabadas nos Açores, mantém as mesmas caras, com os mesmos tiques e truques de sempre. O deputado Vasco Cordeiro mantém a arrogância da maioria absoluta, a que junta agora o desespero pela perda do poder”, disse.

Segundo a dirigente social-democrata, a “sofreguidão para voltar ao poder é tão grande que Vasco Cordeiro até deixou, esta semana, a ameaça velada de levar às instâncias europeias a recente decisão do Governo Regional de baixar o preço dos combustíveis”.

“O que Vasco Cordeiro esconde é que, com o Partido Socialista no poder, os preços dos combustíveis seriam mais altos; com o Partido Socialista, os açorianos pagariam mais impostos; com o Partido Socialista, as passagens aéreas inter-ilhas seriam mais caras”, referiu.

A vice-presidente do PSD/Açores lembrou ainda que, com o atual Governo da coligação PSD/CDS-PP/PPM, “as famílias e as empresas pagam menos impostos, os idosos recebem um complemento de pensão mais alto de sempre e os serviços de saúde fazem hoje mais consultas e cirurgias do que faziam antes da pandemia”.

Esta quarta-feira o presidente do PS/Açores apresentou publicamente a sua recandidatura à liderança do partido na região, nas eleições diretas agendadas para os próximos dias 22 e 23 de abril.

Na ocasião, o também presidente do grupo parlamentar socialista, na Assembleia Legislativa Regional, teceu duras críticas à atual governação de coligação PSD/CDS/PPM, referindo que a Região não pode estar condenada ao estado de “degradação, de desilusão e de desânimo” para o qual tem sido diariamente arrastada pelo atual solução governativa, apresentando-se no sentido de liderar “uma alternativa séria, competente, capaz e motivada”.

© PSD/A | Foto: PSD/A | PE

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