
As remunerações dos membros do Conselho de Administração do Teatro Micaelense, nos Açores, foram reduzidas em cerca de 30%, representando uma poupança superior a 100 mil euros no fim do mandato, em 2024, revelou o Governo Regional.
“No triénio 2019-2021, o valor mensal bruto de vencimentos do Conselho de Administração situava-se nos 9.306,32 euros, sem subsídios de alimentação, ao passo que as remunerações agora definidas [para o mandato 2022-2024] ficam pelos 6.521,25 euros”, descreve o executivo de coligação PSD/CDS-PP/PPM numa nota de imprensa divulgada no seu portal da Internet esta terça-feira.
Em causa está “uma redução de 30%, que no final do mandato equivalerá a uma poupança superior a 100 mil euros ao erário público”, acrescenta.
A decisão foi tomada pela Comissão de Remunerações do Teatro Micaelense que, numa reunião realizada no sábado, reduziu “as remunerações para o mandato de três anos que agora se iniciou, no cumprimento das orientações definidas pelo Governo dos Açores”.
“A racionalização do Setor Público Empresarial Regional (SPER) é uma das prioridades do XIII Governo Regional dos Açores, sendo que este desígnio não impede que as empresas e as entidades públicas empresariais que prestam um verdadeiro serviço público o continuem a fazer”, sustenta o Governo.
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