
O deputado único do Chega no parlamento dos Açores, José Pacheco, defendeu esta terça-feira a necessidade de o Programa Operacional 2030 da região “melhorar a vida” dos açorianos por via da educação e do apoio às pequenas e médias empresas.
José Pacheco, que falava aos jornalistas após uma reunião com o presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro – que está a auscultar os parceiros sociais e partidos no âmbito da elaboração do Programa Operacional dos Açores 2030, em Ponta Delgada – quer que os apoios que “veem para os Açores sirvam para melhorar a vida dos açorianos, não temporariamente, mas sim para o futuro”.
O deputado único do partido no parlamento regional considerou que a educação “é uma área fundamental”, tendo destacado o trabalho que tem sido feito no âmbito do Pacto da Educação, iniciativa do executivo açoriano, de coligação PSD/CDS-PP/PPM.
O dirigente do Chega defende também o “foco nas pequenas e médias empresas”, que “constituem o grande tecido empresarial que existe, sem descuidar as de maior dimensão”, através de apoios financeiros.
Mas também por via da ajuda aos empresários no acesso aos fundos comunitários, que “muitas vezes chegam e estes não sabem como se candidatam” aos mesmos.
O deputado do Chega/Açores defende que os apoios comunitários “não sejam usados como no passado”, servindo sim de alavancagem, exemplificando que as empresas são criadas com base nestas verbas e depois encerram e os trabalhadores são dispensados.
O Programa Operacional dos Açores 2030 integra ao Portugal 2030, cujas prioridades assentam em oito eixos, cada um deles com os seus objetivos estratégicos: inovação e conhecimento; qualificação, formação e emprego; sustentabilidade demográfica; energia e alterações climáticas; economia do mar; competitividade e coesão dos territórios do litoral e do interior e agricultura e florestas.
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