GOVERNO DEIXA GARANTIAS EM SÃO JORGE NA SAÚDE E NOS TRANSPORTES

O presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, apresentou na quarta-feira à noite, após a reunião do Conselho de Ilha de São Jorge, um conjunto de matérias fechadas ou em progresso que vão responder a pedidos dos cidadãos da ilha em áreas como saúde ou transportes.

Uma das matérias abordadas na reunião do Conselho de Ilha, e que José Manuel Bolieiro precisou aos jornalistas no final do encontro, disse respeito ao Centro de Saúde das Velas, que foi visitado pelo Governo na tarde de quarta-feira.

“Este Governo tem a satisfação e a felicidade de ter tornado possível uma reivindicação prioritária e inadiável”, a reabilitação do edifício em causa, declarou o presidente do Governo, citado em nota.

O processo aguarda nesta fase o visto do Tribunal de Contas, sendo que o avançar para um novo projeto, após falhas no anterior, representou uma “decisão acertada” do Governo, advogou José Manuel Bolieiro.

No campo do turismo e transportes, o governante abordou junto dos conselheiros de ilha a Tarifa Açores, de viagens aéreas internas até 60 euros para ida e volta, o que garantiu “maior oferta de voos e lugares” dado o seu sucesso, tendo São Jorge sido beneficiada com a medida.

“Com a Tarifa Açores toda a região foi um mercado interno”, acrescentou o Presidente do Governo, reconhecendo o “temor” dos conselheiros que, no quadro das futuras Obrigações de Serviço Público (OSP), a oferta de voos não seja suficiente.

Independentemente destas obrigações, que representam sempre um “mínimo” de oferta, está “assegurado entre o acionista e a gestão” da SATA que será considerado “o histórico da procura como referência” para eventual reforço de ligações.

Já no que refere ao transporte marítimo de passageiros, a ilha de São Jorge, anunciou o Presidente do Governo, terá um navio sediado nas Velas, num processo “em progresso” e que vai “ao encontro da justa reivindicação” dos jorgenses.

José Manuel Bolieiro garantiu ainda que o matadouro na ilha irá avançar, num investimento de 7,5 milhões de euros, e revelou que será lançado um concurso público internacional para a gestão da Santa Catarina, sendo obrigatório que sejam mantidos os postos de trabalho por um período de dez anos.

O concurso obrigará também à modernização da fábrica e à melhoria dos produtos da empresa.

© GRA | Foto: MM | PE

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