VILA DO PORTO: BÁRBARA CHAVES DEFENDE DESENVOLVIMENTO SOCIAL, ECONÓMICO E AMBIENTAL PARA SANTA MARIA

A candidata do Partido Socialista à Câmara Municipal de Vila do Porto, Bárbara Chaves, defendeu, esta quinta-feira, a importância de promover “um desenvolvimento social, económico e ambiental, que potencie uma melhor qualidade de vida a todos os Marienses”.

Para Bárbara Chaves, que intervinha na apresentação da candidatura autárquica do PS ao município de Vila do Porto, citada em nota de imprensa, este desafio é alcançável através do “investimento na educação; a promoção de hábitos de vida saudável e no apoio às nossas empresas, implementando procedimentos municipais que aliviem e facilitem a vida dos empresários, apoiando ainda a restauração, o comércio, os operadores turísticos e demais agentes económicos locais”, investindo igualmente na identidade cultural do concelho.

De acordo com a Socialista, as questões da água e dos resíduos representam ainda uma prioridade para esta candidatura, defendendo, nessa medida, “trabalhar para que a escassez de água seja minimizada e que se criem mecanismos de melhor gestão dos resíduos”.

Nesse sentido, e propondo-se a trabalhar em conjunto com a equipa que a acompanha, Bárbara Chaves manifestou o compromisso de tudo fazer por Santa Maria, “desenvolvendo as nossas competências e exigindo, quer do Governo Regional, como do Governo da República, que cumpram com os Marienses”.

“Estou convicta de que estaremos à altura deste desafio que queremos desenvolver em conjunto com os Marienses, trabalhando para as pessoas, para concretizar os seus sonhos, indo ao encontro das pretensões e necessidades dos munícipes”, assegurou a candidata.

Na ocasião, Bárbara Chaves defendeu ainda a implementação de “uma prática de apresentação prévia dos projetos municipais de maior relevância, em especial ao nível de investimentos que possam alterar as características físicas e estruturais dos espaços existentes”, considerando ainda que “intervenções e ações devem ser reprodutivos, respeitando os valores ambientais como forma de promoção da qualidade de vida dos Marienses”.

“Considero que estar na vida política é uma forma de fazer algo pela nossa Terra”, afirmou a candidata Socialista para manifestar a sua vontade de continuar a trabalhar com “as nossas empresas, as nossas associações e as nossas instituições”, pugnando pelos interesses da ilha de Santa Maria.

VASCO CORDEIRO: CANDIDATURAS DO PS EXISTEM PARA SERVIR AS COMUNIDADES E NÃOS OS INTERESSES PARTIDÁRIOS REGIONAIS

“O critério e a medida das candidaturas autárquicas do Partido Socialista são os interesses das comunidades que elas visam servir”, assegurou, por sua vez, o presidente do PS/Açores, salientando, por outro lado, que nas candidaturas dos partidos da coligação o interesse é o de “procurar uma legitimidade do voto que não tem” e o de “transpor para a realidade autárquica aquilo que já acontece a nível regional”.

Salientando a importância das eleições autárquicas, Vasco Cordeiro considerou que face àquele que é o desgoverno da governação regional, os açorianos “olham para os municípios e para as freguesias como uma das poucas instituições que lhes pode valer, traçando uma política segura, coerente, que não tenha de estar sujeita aos humores e aos interesses dos partidos que as compõem”.

E prossegue, estamos atualmente confrontados com uma situação que se caracteriza, desde logo, pelo descalabro na governação regional, em que “a instabilidade que durante alguns meses foi latente, está agora à vista de todos”, não sendo esta, na sua opinião, a forma de “governar uma Região e de dar segurança aos Açorianos, à economia e à capacidade que nós temos de ultrapassar esta situação”.

Referindo, por outro lado, o assalto à administração regional, Vasco Cordeiro deu nota de ser este o maior governo de sempre da história da Autonomia, e que, a cada dia crescem os cargos de nomeação política, matéria que não se resolveu nem nos gabinetes, nem nas orgânicas, e na qual, em apenas uma das secretarias regionais há um aumento de 60% nos cargos de nomeação política.

Mas para o Socialista o atual momento é ainda caracterizado pelo sentimento de impunidade deste governo que acha que tudo é justificável e que pode fazer tudo, referindo ser um mau exemplo para “a Autonomia e para a Democracia”.

“Ainda recentemente um dos partidos que apoia, e que é essencial para garantir a maioria do governo regional, dividiu-se, e acham normal que se receba o líder desse partido de extrema-direita no Palácio de Santana, dando cobertura institucional àquilo que é um assunto claramente de foro partidário”, afirma Vasco Cordeiro, repudiando ainda acharem normal “transformarem-se em porta-vozes e arautos do Representante da República”.

Mas para Vasco Cordeiro, o Representante da República não se pode “esconder atrás do Presidente do governo regional, transformando-o num moço de recados”, porque quem fez depender a indigitação deste governo de maioria de um deputado foi o próprio Representante da República, sendo por isso que o Socialista considera não poder agora “ficar nem quieto, nem calado, quando há uma alteração substancial desse equilíbrio parlamentar”.

Ainda perante a falta de rumo deste governo, o líder dos Socialistas deu como exemplo a questão dos radares meteorológicos, manifestando o seu espanto com a informação de que se encontra em aberto a localização para a sua instalação, nomeadamente o de São Miguel, matéria na qual admite ter ficado concluída com o anterior Executivo, da responsabilidade do Partido Socialista, atuando na defesa dos interesses dos Açores. Vasco Cordeiro receia que com esta reabertura se ceda na defesa dos interesses dos Açores face àquelas que são as pretensões do Instituto do Mar e da Atmosfera.

“A localização preferida para o radar meteorológico de São Miguel era numa zona de Reserva Ecológica Regional”, proposta que o anterior governo rejeitou, optando por uma outra opção que, apesar de implicar mais custos para o Governo da República, “era a solução que defendia os interesses da Região, nomeadamente a proteção da nossa reserva ecológica regional”, referiu o líder Socialista, admitindo ainda que a decisão vai ser a de construir “exatamente onde ele foi recusado pelo anterior governo do PS, exatamente no meio da Reserva Ecológica Regional dos Açores”.

Ainda na ocasião, e apresentando aos Marienses um projeto autárquico cujas qualidades tornam e comprovam a Bárbara Chaves “não só como a melhor candidata a Presidente da Câmara Municipal, como, seguramente, uma das melhores Presidentes de Câmara Municipal dos Açores”, Vasco Cordeiro assegurou que a candidata tem “o conhecimento, a experiência, a visão de futuro, a capacidade de liderança e a ambição para Santa Maria, não só para colocar o concelho e a ilha num outro patamar de desenvolvimento, mas, sobretudo, para fazê-lo com uma liderança segura, com um rumo certo e firme, e com um sentido de serviço à ilha que é característico dela”.

Assim, e para as eleições autárquicas de 26 de setembro, o PS apresenta uma equipa e uma liderança, com visão de futuro, para que “Santa Maria possa trilhar um caminho cada vez mais de desenvolvimento, de progresso, galgando etapas em termos daquilo que é a qualificação, a criação de riqueza e a criação de emprego”.

© GI-PS/A | Fotos: PS/A | PE

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