PLANTAÇÃO DE ÁRVORES ENDÉMICAS EM SÃO MIGUEL É MAIS UMA EVIDÊNCIA DO COMPROMISSO DOS AÇORES EM ATINGIR A NEUTRALIDADE CARBÓNICA, AFIRMA JOÃO PONTE

O Secretário Regional da Agricultura e Florestas participou hoje, em São Miguel, na plantação de uma centena de árvores endémicas dos Açores junto à lagoa artificial das Contendas, numa iniciativa coordenada pela IROA que é mais uma evidência do compromisso dos Açores em atingir a neutralidade carbónica e a adoção de princípios de desenvolvimento sustentável no arquipélago.

“Esta é, sem dúvida, uma iniciativa meritória e reveladora de que nos Açores existem preocupações efetivas com a sustentabilidade do meio ambiente que nos rodeia, com a preservação da natureza e com a obrigação que todos temos de contribuir para deixar às gerações vindouras um mundo melhor”, afirmou João Ponte, acrescentando que “há muito tempo que existem preocupações ambientais no setor agrícola”.

O governante destacou que esta iniciativa está integrada no âmbito da Cartilha de Sustentabilidade dos Açores, promovida pelo Governo Regional, que visa apoiar a implementação de metas e compromissos de desenvolvimento sustentável, envolvendo vários setores de atividade.

A IROA, S.A. é uma das várias entidades aderentes da Cartilha, sendo que, além da plantação de árvores, comprometeu-se a reduzir em 10% o consumo energético até 2020, através da substituição de lâmpadas de halogénio por LED e sensibilizar para o uso consciente de água agrícola, diminuindo, por essa via, o desperdício.

João Ponte referiu ainda que também já foram tomadas, no âmbito da Secretaria Regional da Agricultura e Florestas, iniciativas tendo em vista a sustentabilidade e a neutralidade carbónica, destacando a criação de um grupo de trabalho, envolvendo parceiros do setor, para definir um plano especifico para a agricultura e florestas.

“Pretendemos ter nos Açores um plano de ação que ajude a reduzir as emissões de GEE (gases com efeito de estufa) e que contribua para a neutralidade carbónica, alinhado com as metas ambientais da próxima política agrícola comum”, salientou João Ponte, considerando que, se a agricultura é parte do problema quando se fala em alterações climáticas, também é parte da solução, pois um terço do território é floresta e as pastagens ocupam mais de 90% da superfície agrícola útil do arquipélago.

GaCS/RM/PE

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