
O espetáculo etnográfico “Quando o Mar Galgou a Terra e outras considerações”, do dramaturgo micaelense Armando Côrtes-Rodrigues, vai percorrer cinco regiões de Portugal, entre 10 e 14 de novembro, com apresentações no Alentejo, Lisboa, Centro, Norte e Madeira, no âmbito do primeiro projeto de itinerância cultural da Rede Nacional das Casas dos Açores de Portugal.
O Governo dos Açores promove esta digressão nacional através da Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, por intermédio da Direção Regional das Comunidades, em parceria com as Casas dos Açores das diferentes regiões abrangidas.
De acordo com a nota de imprensa divulgada quinta-feira pela Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, a iniciativa constitui o primeiro projeto de itinerância cultural da Rede Nacional das Casas dos Açores de Portugal, criada este ano, e pretende aproximar as comunidades açorianas residentes no restante território nacional, reforçando a sua ligação cultural ao arquipélago.
A peça recupera o texto original de 1940, numa adaptação e encenação da atriz brasileira Eleonora Marino Duarte. O elenco é constituído por Bruno Correia, que interpreta as personagens de Tio João e Miguel, Filipa Gomes, no papel de Aninhas, e Wellington Nascimento, como Construtor de Violas.
A digressão começa a 10 de novembro, às 21h00, no Salão dos Bombeiros Voluntários de Serpa, numa apresentação organizada em parceria com a Casa dos Açores do Alentejo.
No dia seguinte, 11 de novembro, às 20h00, o espetáculo chega ao Auditório da Escola Secundária de Pedro Nunes, em Lisboa, numa iniciativa conjunta com a Casa dos Açores em Lisboa.
A 12 de novembro, às 21h00, a apresentação decorre no Auditório da Escola Secundária Avelar Brotero, em Coimbra, em parceria com a Casa dos Açores da Região Centro.
A passagem pelo Norte está marcada para 13 de novembro, às 21h00, na Junta de Freguesia do Bonfim, no Porto, numa sessão promovida com a Casa dos Açores do Norte.
A itinerância termina a 14 de novembro, às 18h30, no Salão Paroquial do Estreito de Câmara de Lobos, na Madeira, em parceria com a Casa dos Açores da Madeira.
Com uma duração de 115 minutos e classificação etária para maiores de seis anos, o espetáculo tem entrada livre nas cinco apresentações.
O projeto integra as comemorações dos 50 anos da Autonomia dos Açores, assinalados em 2026, e antecipa também as celebrações dos 600 anos da descoberta e povoamento do arquipélago, previstas para 2027.
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