
Este é um comentário que ouvia esta manhã sobre a minha/nossa cidade! No entanto, considerando que não se criou entretenimento na Praça Francisco Ornelas ou junto aos bares da Avenida, de forma a convidar as pessoas ao festejo, acabo por concordar com a ausência do “Fogo Preso”, uma vez que uma coisa exigia a conjugação das duas! Porque não o fizeram? A mim, simples munícipe, não me compete responder!
Já escrevi bastante a respeito da Praia, nomeadamente sobre algumas razões que a levaram a esta autêntica hecatombe de protestos, ou de desgostos, como quiserem entender!
A nossa Praia não está de luto, porque pelo que sei não morreu ninguém! O que se está a passar e me entristece bastante, é toda a descrença gerada à volta do seu crescimento, ou até da sua sustentabilidade, criada pela incompetência daqueles/as que a tem governado nos últimos anos ou décadas…
Ou os responsáveis políticos desta nossa cidade, se entendem por uma vez e deixam de andar a atirar pedras uns aos outros, como se não tivessem todos telhados de vidro… ou então, vamos acabar precisando de uma troika para ditar regras entre esta gente…
Os Praienses estão cansados de ouvir a mesma coisa nas Assembleias Municipais: Vocês é que foram os culpados! Não fomos nós, são vocês porque não sabem gerir! Desculpas e mais desculpas, que só inspiram desconfiança nos munícipes que neles votaram! Aprender-se com os erros do passado, pode ser deveras importante. Não saber com esses gerir o presente, pode ser muito mais grave, ou até acabar por liquidar o futuro!
Atinem por uma vez e sejam praienses de corpo inteiro, e não como, metamorfoseando Oswaldo Montenegro: Metade mim sou eu e a outra metade é partido…
Que 2024 traga novas ideias, novas forças, para qua a Praia passe a não ser só “Cidade de Nemésio” como se pode ver à sua entrada… mas sim, uma cidade capaz de ultrapassar as suas dificuldades do presente e também de perspetivar o futuro na confiança do seu crescimento!
Um bom ano para todos os Praienses e restantes habitantes do Concelho da Praia da Vitória.
Fernando Mendonça
