CHEGA EXIGE MEDIDAS URGENTES FACE À SUBIDA DOS COMBUSTÍVEIS NOS AÇORES

O Chega/Açores questionou o Governo Regional sobre o impacto do aumento do preço dos combustíveis nos sectores agrícola e das pescas, exigindo medidas urgentes de apoio aos produtores da Região.

O Chega/Açores manifestou preocupação com a subida do preço dos combustíveis e o impacto que esta situação está a ter nos sectores produtivos da Região, nomeadamente na agricultura e nas pescas, tendo dirigido um requerimento ao Governo Regional a exigir esclarecimentos e eventuais medidas de apoio.

De acordo com uma nota de imprensa divulgada na sexta-feira, 27 de março de 2026, pelo partido, os sucessivos aumentos no preço dos combustíveis estão a agravar os custos de produção de agricultores e pescadores, colocando em risco a sustentabilidade das suas atividades.

Segundo o Chega/Açores, “aqueles que trabalham todos os dias para pôr comida na mesa dos Açorianos estão a ser sufocados por custos cada vez mais incomportáveis”, defendendo que esta realidade exige respostas rápidas por parte do executivo regional.

No requerimento enviado ao Governo Regional, o partido pretende saber se serão criadas medidas de apoio direto aos sectores mais afetados, se está prevista uma redução da carga fiscal sobre os combustíveis e se o executivo pretende implementar mecanismos que permitam travar a escalada dos preços.

Para o Chega/Açores, num território arquipelágico como os Açores, onde grande parte das atividades económicas depende do transporte e da energia, o aumento dos combustíveis representa um problema estrutural para os sectores produtivos.

Citado na nota de imprensa, o líder parlamentar do partido, José Pacheco, considera que “sem medidas urgentes, o que está em causa não é apenas o rendimento de agricultores e pescadores — é a própria produção regional, a nossa autonomia alimentar e o futuro económico dos Açores”.

O parlamentar acrescenta ainda que “os Açorianos não vivem de promessas — vivem do seu trabalho. E esse trabalho está hoje em risco”, garantindo que o Chega/Açores continuará a denunciar esta situação e a exigir medidas concretas por parte do Governo Regional.

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