
O novo instrumento de financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para os Açores recebeu 74 candidaturas de empresas regionais, que propõem um investimento global superior a 252 milhões de euros. A Secretaria Regional das Finanças classifica a adesão como uma demonstração do “dinamismo” da economia regional.
A Secretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública revelou, esta quarta-feira, dia 04 de fevereiro, que o Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC) registou uma “forte adesão” por parte das empresas açorianas. De acordo com uma nota de imprensa divulgada pela tutela, até 30 de janeiro foram submetidas 74 candidaturas, que correspondem a um valor global de investimento proposto superior a 252 milhões de euros.
O IFIC é um mecanismo de apoio ao investimento empresarial integrado no PRR destinado aos Açores. Na sua comunicação, a Secretaria Regional “congratula-se” com a resposta do tecido empresarial, sublinhando que a concretização deste instrumento foi possível “na sequência da última reprogramação e do esforço do Governo Regional para assegurar as condições necessárias à sua operacionalização e adaptação à realidade regional”.
“A elevada adesão ao IFIC, tanto em termos de número de candidaturas como dos montantes de investimento propostos, evidencia o dinamismo das empresas e da economia regional”, pode ler-se no documento oficial. A tutela acrescenta que os números “confirmam que as empresas dos Açores têm iniciativas e estão disponíveis na concretização de novos projetos que contribuem para a criação de valor, reforço da competitividade, da inovação e do crescimento”.
A Secretaria atribui parte deste sucesso ao “esforço de divulgação e proximidade desenvolvido pela Direção Regional do Empreendedorismo e Competitividade”, que terá facilitado o acesso das empresas a este financiamento europeu.
Por fim, a nota de imprensa destaca o impacto esperado destes investimentos, afirmando que terão “efeitos positivos na coesão e no desenvolvimento sustentável da Região”, ao contribuírem para “mais riqueza, maior atividade empresarial e para a criação de postos de trabalho”. O IFIC é apresentado como um instrumento alinhado com os objetivos de “modernização, competitividade e crescimento económico” dos Açores.
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