
A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social promoveu esta semana, através do Comissariado dos Açores para a Infância (CAI), uma formação inicial dirigida às Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), realizada em Ponta Delgada. A iniciativa foi divulgada esta quarta‑feira em nota de imprensa da tutela.
A Secretaria Regional da Saúde e Segurança Social, através do Comissariado dos Açores para a Infância (CAI), realizou esta semana a formação inicial “Princípios e gestão da intervenção das comissões de proteção de crianças e jovens”, que decorreu em Ponta Delgada. A informação consta de uma nota de imprensa divulgada hoje pela tutela.
Segundo o comunicado, perto de duas dezenas de profissionais das CPCJ participaram na ação, que teve lugar no auditório da Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, reunindo elementos provenientes de São Miguel, Terceira, Pico e Flores.
A formação, com uma duração total de 17 horas, permitiu não só a abordagem de conteúdos técnicos, mas também a partilha de experiências e realidades distintas entre os vários territórios. Durante os trabalhos, foi ainda manifestada a necessidade de maior celeridade nas respostas aos pedidos dirigidos às entidades de primeira linha.
A iniciativa insere‑se na estratégia de qualificação contínua dos profissionais do Sistema de Promoção e Proteção, reforçando o conhecimento da Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo e contribuindo para uma intervenção mais eficaz no terreno.
No encerramento da formação, o Presidente do CAI, Emanuel Areias, destacou que “quanto maior for a capacitação, maior será, inevitavelmente, a qualidade da intervenção das CPCJ”, sublinhando que uma intervenção qualificada é “a melhor garantia de que não ficam direitos por proteger nem situações por responder”.
Com esta ação, o CAI cumpre o seu Plano de Atividades para 2026 e inicia um ciclo formativo em várias áreas, dirigido a membros e elementos de apoio técnico das CPCJ, nas modalidades restrita e alargada.
A nota de imprensa refere ainda que os participantes avaliaram muito positivamente a formação, tanto ao nível dos conteúdos abordados como do impacto esperado no desempenho profissional, no funcionamento das CPCJ e na melhoria da intervenção protetiva.
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