CDS-PP ENALECE ALARGAMENTO A TODOS OS CONCELHOS DOS AÇORES DO PROGRAMA “NASCER MAIS”

O Grupo Parlamentar do CDS-PP enalteceu, na última semana, o alargamento do “Nascer Mais” a todos os concelhos dos Açores que apoia com 1.500 euros todos os recém-nascidos nos Açores.

Citado em nota de imprensa do partido, o Deputado Pedro Pinto afirmou que esta “é uma medida de apoio a todas as famílias e que exemplifica bem a importância que o nosso governo da Coligação PSD/CDS-PP/PPM atribuiu aos apoios sociais, tendo destinada uma verba de 2 milhões de euros no orçamento em vigor”.

Referiu ainda que esta medida teve início 2022, pelo Vice-Presidente do Governo quando tutelava a pasta da Solidariedade Social, como um projeto piloto e que, após uma avaliação independente, “mostrou ser uma verdadeira mais-valia para as famílias Açorianas”, destacando que essa mesma avaliação contemplou uma amostra significativa de pais.

“A avaliação, de acordo com os testemunhos dos pais, permitiu-nos concluir que o “Nascer Mais” foi um importante contributo para pagar as despesas de um bébé no seu primeiro ano de vida, incluindo vacinas que não estão contempladas no Plano Regional de Vacinação, o que evidencia bem a abrangência do apoio”.

Pedro Pinto constatou que “o alargamento do programa a todos os concelhos dos Açores estava contemplado no orçamento que foi chumbado pela oposição em novembro de 2023 e, por esse motivo, só agora foi possível chegar a todas as famílias. “Ultrapassado esse obstáculo, o Governo Regional está a dar cumprimento ao Programa de Governo, que corresponde às medidas eleitorais propostas pela Coligação PSD/CDS-PP/PPM durante a campanha”.

Em suma, o Deputado do CDS-PP concluiu que o alargamento do “Nascer Mais” a todos os concelhos dos Açores “é uma importante medida social, que funciona simultaneamente como incentivo à natalidade e de fixação de famílias na região, ao apoiar as despesas com os seus filhos recém-nascidos”.

O programa “Nascer Mais” surgiu no âmbito de um projeto de resolução do CH/Açores, apresentada na última legislatura, que depois foi operacionalizado e executada pelo governo de coligação PSD/CDS-PP/PPM, que reunia o apoio parlamentar do CH, IL e deputado independente (ex-CH).

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