AO SERVIÇO A PARTIR DE ABRIL — PRAIA AMBIENTE REFORÇA FROTA COM NOVA VIATURA DE RECOLHA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

A partir deste mês de abril, a Praia Ambiente passa a contar com uma nova viatura ao serviço da recolha de resíduos sólidos urbanos. Este veículo de recolha, equipado com uma grua e caixa de capacidade para 12m3, vem reforçar o sistema de gestão deste tipo de resíduos no Concelho da Praia da Vitória.

A aquisição desta viatura teve um custo de cerca de 215 mil euros (acrescendo-se o valor do IVA), e foi concretizada no âmbito de uma candidatura ao fundo FEDER para aquisição de viaturas, contentores e ações de sensibilização ambiental junto da população, num valor global que se aproxima dos 775 mil euros. Em concreto, cabe ao fundo FEDER a comparticipação no valor de cerca de 660 mil euros, enquanto que a Praia Ambiente terá de desembolsar perto de 115 mil euros.

O Vice-Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, responsável pela pasta do Ambiente, afirma que a estratégia municipal passa por seguir as normas da União Europeia, onde se procura “caminhar, paulatinamente, para uma economia circular, em detrimento de uma economia linear”.

“Há que haver uma valorização da reciclagem e cada vez menos no lixo indiferenciado. Apesar de o concelho da Praia da Vitória se posicionar como um dos líderes, quer a nível regional, tanto a nível nacional, nos índices de recolha de resíduos recicláveis per-capita, há que continuar a apostar na melhoria da recolha dos resíduos, bem como na gestão eficiente dos mesmos. Só assim será possível que nos aproximemos daquelas que são as metas da União Europeia”, sublinhou Ricky Baptista.

Também o administrador da Praia Ambiente destaca a importância deste novo veículo na frota da empresa municipal, apontado que o mesmo vai garantir uma melhoria do serviço prestado aos praienses.

“Esta viatura estará destinada maioritariamente à recolha de resíduos valorizáveis, ou seja, os possíveis de serem reciclados. Esta aquisição acarreta diversos benefícios para a população, tais como: o aumento das capacidades de recolha, e a um custo menor; o aumento das taxas de reciclagem do concelho [atualmente andam na ordem dos 20%]; e ainda a diminuição da deposição dos resíduos urbanos em aterro”, elencou Tiago Borges.

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